O que vencer o prêmio Sinduscon 2025 representa para a Woss?
Julia Dal Magro: Receber esse reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo. Que nosso olhar para a arquitetura, nosso cuidado com os detalhes e com a responsabilidade urbana já está sendo percebido pelo mercado. É um marco no início da nossa trajetória que nos motiva muito e também um compromisso com o futuro que queremos entregar para os nossos clientes e para a cidade.
Daniel Goldsztein: Nosso legado hoje está na transformação do Moinhos de Vento, um bairro que vinha sem novos empreendimentos e sem renovação. O prêmio reforça esse movimento. A chegada de novos moradores e famílias traz vida ao bairro, e a restauração de imóveis históricos para uso comercial devolve gente às ruas — para comprar, comer e viver.
O conceito da empresa de reformar casas históricas e incorporá-las a projetos arquitetônicos modernos é um diferencial que apareceu bastante na imprensa, podem explicar melhor?
Julia Dal Magro: A Woss sempre busca entender e respeitar a memória de cada lugar. Seja das casas históricas que fazem parte de alguns dos nossos projetos, seja da rua, do bairro ou do contexto urbano ao redor... Nós sempre buscamos entender a origem, a identidade daquele local e de fato valorizar isso.
Daniel Goldsztein: Fomos pioneiros nessa abordagem, adquirindo os primeiros terrenos com essa característica (com casas históricas). Com o tempo, essa estratégia evoluiu para um diferencial de mercado, marketing e projeto, impactando também o urbanismo da região. Essa abordagem da Woss se manterá, ao menos enquanto houver imóveis históricos com potencial de incorporação imobiliária na mesma região.
Quais decisões de gestão foram fundamentais para que uma incorporadora boutique atingisse R$ 1 bilhão em VGV logo neste ano?
Daniel Goldsztein: As decisões de gestão cruciais foram focadas, primeiramente, na aquisição de terrenos. O terreno é a matéria-prima da incorporação. Priorizamos terrenos com potencial de replicação, seja pela localização, formato ou características específicas, como vista permanente, a exemplo do empreendimento Alameda Moinhos. Nosso objetivo é construir um portfólio de terrenos que comporte projetos de alto padrão e, consequentemente, gere um alto Valor Geral de Vendas (VGV).
O que vocês mais valorizam quando imaginam alguém morando em um empreendimento da Woss - estética, conforto, história ou estilo de vida?
Julia Dal Magro: Tudo isso é inseparável. Sempre dizemos que queremos que os nossos clientes sintam orgulho de morar em um Woss para além do apartamento. Queremos que a pessoa tenha vontade de apresentar o edifício como um todo, desde a fachada, as áreas comuns, o paisagismo, que ao longo do tempo percebam os detalhes de projeto, desde escolhas de materiais, proporções, iluminação e funcionalidade que tornam a vida mais confortável, mais prática e mais bonita.
Daniel Goldsztein: Nossa entrega está justamente direcionada para que o cliente se identifique com todas essas características. Por isso, também oferecemos a personalização das unidades, por exemplo, na entrega das estruturas e configuração dentro dos apartamentos. Tudo isso para que ele crie uma conexão com o empreendimento. Trabalhamos com diversos arquitetos locais e queremos seguir valorizando o potencial regional. Somos muito felizes com essas parcerias, que nos ensinam a ouvir novas ideias. O duelo entre arquitetura, engenharia, orçamento e incorporadora é muito proveitoso, pois nos provoca a entregar projetos melhores e qualificar nossos fornecedores.
Se pudessem escolher uma palavra ou sentimento para definir o futuro que vocês desejam construir com a Woss, qual seria - e por quê?
Julia Dal Magro: Legado. Porque tudo que fazemos, da escolha do terreno até o último detalhe de acabamento, é pensado para durar e atravessar gerações. Espero que a Woss seja lembrada não apenas pelos prédios que construiu, mas pela maneira que elevou a experiência do morar e contribuiu para elevar o padrão arquitetônico e urbano na nossa cidade, unindo beleza, propósito e responsabilidade.
Daniel Goldsztein: Concordo com a Julia. Nosso legado vem da renovação dos bairros e das novas histórias que surgem quando alguém escolhe morar em um Woss. A palavra que define o futuro que queremos construir é vida. Novos prédios, novos moradores e a preservação de cerca de 20 casas históricas - ao menos 17 destinadas a usos comerciais - criam movimento e circulação. Isso gera um ciclo virtuoso: mais gente nas ruas, mais segurança, mais serviços, e um bairro mais pulsante. Esse é o impacto urbano que buscamos, como no Moinhos de Vento - renovar, fortalecer a convivência e manter a cidade viva.
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